A gasolina nossa de cada dia

 

Depois de alguns dias viajando a trabalho, regresso ao aconhego de meu lar. E, a cada retorno, descubro muitas coisas interessantes a respeito de minha família e o quanto eu dependo de cada um deles. Certamente eles acreditam dependerem de mim, de alguma forma, em função do suporte material que eu, no cumprimento do sagrado dever de pai e marido, lhes provenho. Mas quem é totalmente dependente sou eu, sem sombra de dúvidas.

Como uma grande parceira nesta empreitada, tenho minha esposa e companheira, que administra o caos durante minha ausência (e porque não dizer: durante minha “presência” também, já que eu não costumo ajudar muito no quesito “administração do caos”).

Entretanto, algumas vezes sou surpreendido com novidades que eu dispensaria se fosse consultado com antecendência (o que certamente não irá ocorrer jamais pois se nem consultado sou, querer sê-lo com antecendência é, no mínimo, uma presunção).

Desta última vez, minha esposa me disse que o “carro não está lá muito bom”. Em suas palavras:

“… Eu não sei o que está acontecendo… Será que pode ser a gasolina?”

Então, eu imaginei : Claro! É a gasolina.

- Amor, você não abasteceu naquele posto que já nos trouxe problemas, não é?

Pela carinha que ela fez, pude perceber que ali estava o problema do carro. Ou seja, não era outra coisa que não a maldita da gasolina colocada num posto tranqueira enrustido. É… tranqueira enrustido é aquele posto que um dia teve a distribuição Petrobras, por exemplo, mas mesmo depois de perder o credenciamento, manteve os banners para enganar os trouxas ingênuos desavisados.

Já abastecemos neste tal posto e o resultado, na época foi o mesmo: o carro “rateava” e parecia que o motor ia parar a qualquer momento. Perdia potência e, ao ser “exigido”, não respondia.

Para quem mora em Vitória, fica a recomendação de não abastecerem neste posto que fica na Av. José Rato*. Por outro lado, recomendo um que fica na Dante Michelini*, com o qual nunca tive problemas. Vale a pena sair de Jardim Camburi e ir abastecer quase em Jardim da Penha e ainda aproveitar para curtir a orla.

Vida longa!

Uma resposta para “A gasolina nossa de cada dia”

  1. Silvestre Disse:

    Pois é, outro dia eu estava chegando a Sampa e o avião ainda estava taxiando quando varias pessoas sacaram seus celulares para avisar sobre a chegada. Estava me questionando se esta regra não era conversa para “boi dormir”.
    Agora graças a seu post sei que é conversa para “vacas voarem”, alias, vacas, bois e outros bichos e não bichos.
    Muito bom seu post!!

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