Evolução do Ensino no Brasil

Novembro, 4 2008

Estou em busca do autor deste texto. Não é de minha autoria, e nem da pessoa de quem recebi.

Evolução do Ensino no Brasil

Relato de um caso (na matemática):
- Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58. Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha carteira 8 centavos, para evitar receber ainda mais moedas.
A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?
Porque isso deve ter alguma coisa a ver com a evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 80% do preço de venda. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
(  ) R$ 20,00  (  ) R$40,00  (  ) R$60,00   (  ) R$80,00   (  ) R$100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.

Está certo?

(  ) Sim  (  ) Não

6. Ensino de matemática em 2008:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Se você conseguir ler, coloque um X no R$ 20,00.
(  ) R$ 20,00  (  ) R$40,00  (  ) R$60,00  (  ) R$80,00 (   ) R$100,00

(buscando o autor)

 

Se alguém conhecer o autor, por favor me informe.

Vida longa!


Redenção

Setembro, 16 2008

Às vezes eu perco a esperança na humanidade. Mas confesso que, para minha surpresa descubro-me, às vezes, tremendamente enganado.

Veja só essas crianças: http://www.youtube.com/watch?v=s_4aGXTHo7w

Infelizmente o WordPress.com não permite o vídeo embutido (embeeded) na página. Então você terá que ir até a página o Youtube.com mesmo.

O vídeo dispensa comentários.

 

Vida longa!


Eita sitezinho difícil, sô!

Setembro, 16 2008

Você já viu algum site mais lixo do que os sites das companhias telefônicas?

São os clássicos: bonitinho mas ordinário. O povo enche de frescuras, imagens e javascript, mas funcionar que é bom, nada! Mas é NADA mesmo!

E, para mim, a TIM é a campeã!


¿Donde están mis calzoncillos y medias?

Setembro, 4 2008

Esta semana enviei minhas roupas para a lavanderia.

No dia marcado para a devolução, cheguei no hotel e lá estavam as peças sobre a cama. Tranquilo. Até aqui nada de anormal. Nada que pudesse tirar a paz de alguém já acostumado com essas questões que envolvem os que vivem longe do lar.

Guardei as peças e, após os trâmites ordinários de fim de dia, fui dormir.

No dia seguinte, tive uma intuição. Uma voz me dizia aos ouvidos: “Paris, verifique a roupa… Paris, verifique a roupa…”. Depois de ter a paciência esgotada com aquela voz insistente (a voz vinha do quadro na parede… sério!), fui verificar a roupa. E, para minha surpresa, não estavam lá as minhas cuecas nem minhas meias.

Por um segundo, pensei que elas poderiam estar injustamente esquecidas em algum canto da recepção do hotel. Liguei imediatamente para lá e, um pouco sem-graça, expliquei à mocinha que eu havia recebido as roupas da lavanderia no dia anterior, porém faltavam algumas peças.

A mocinha prontamente disparou (como o fazem os operadores de telemarketing ao “narrarem” aqueles textos que estão aparecendo para eles no monitor do computador): “Senhor, nós não mantemos nenhuma roupa aqui embaixo. Ao chegar da lavanderia, ‘automaticamente’ (eu juro que ela disse ‘automaticamente’) o mensageiro as leva para o quarto do hóspede”.

Eu não vou analisar o ‘automaticamente’ porque mereceria não um post, mas um site exclusivo para o tema. Poderia ser algo do tipo: “O ‘automaticamente’ como elemento de justificativa autômata aplicado à dissipação de dúvidas perante a incapacidade do fazer autônomo”. Mas não vamos discutir isso aqui agora.

Voltando ao meu drama, eu insisti com a mocinha, argumentando que se tratava, provavelmente, de um pequeno embrulho, pois as peças que estavam faltando eram… (acredite, eu disse isso) minhas cuecas e meias (a esta altura, uma pessoa normal estaria procurando um burado para enfiar a cabeça) e que talvez estivessem em algum cantinho da recepção (em bom português: caralho caramba, devem estar jogadas numca canto qualquer por aí). Mas perante a negativa enfática, desisti, conformado, e pensei comigo: quem sabe a lavanderia não se equivocou e enviou para outra pessoa. O caro leitor do sexo masculino pode imaginar bem o drama: suas cuecas e meias sendo usadas por outro figura. SEM CHANCE!

Eu já estava meio puto aborrecido com isso tudo. Não iria deixar barato o sumiço de minhas roupas.

Chegando ao escritório, apressei-me em ligar para eles e informar o infortúnio.

A senhora que me atendeu me disse que ela mesma viu o “pacote” (”pacote”??? Não são drogas, são as minhas cuecas e meias! Mais respeito!) ser colocado no carro de entregas, que já haviam passado por problemas semelhantes no mesmo hotel, e que seu marido iria verificar.

Passada uma hora, liguei novamente e, para meu alívio (aí sim, pude começar a trabalhar pois “todos os meus problemas se acabaram-se”) a dona respondeu que estava tudo certo,  e que as minhas cuecas e meias haviam ficado dentro do carro e eles já haviam providenciado a entrega.

UFA!

Bem,  depois de todo o drama, finalmente eu tinha de novo em meu poder as minhas cuecas e meias… minhas cuecas e meias!! ah.. Maravilha!

E que fique o exemplo para aqueles que se sentem “injustiçados” com temas que envolvem suas cuecas e meias… Lutai!!! Não desistais!

E quando a lavanderia devolver suas roupas, a primeira pergunta deve ser: “¿Donde están mis calzoncillos y mis medias?”.

Vida longa!

 


Mensagem enigmática

Agosto, 10 2008

Mensagem recebida em um dos biscoito da sorte que me foi entregue pelo “China in Box“:

“Um grande incêncio pode vir depois de uma pequena fagulha”.

Dadas as circunstâncias atuais, isso me deixa muito, mas muito preocupado mesmo!

Vida longa!

 

(Atualização):

A propósito, para que gosta de fazer uma “fezinha”, os números na mensagem eram: 39 52 10 36 24 16.

Mas fica o alerta: se jogar e ganhar, eu quero comissão.


De mulheres e cachorros

Maio, 31 2008

 

Antes de mais nada, quero deixar claro que eu não me dou bem com cachorros e JAMAIS realizaria a troca sugerida pelo texto que vou apresentar.

Assim, me desculpem as mulheres (principalmente a minha querida esposa), mas encontrei um post “animal” no blog de um camarada chamado Danilo Pereira.

Não vou comentar porque o post dispensa comentários. Veja por você mesmo: Melhor cachorro do que mulher

Vida longa! (a todos os citados)


A aviação, as comunicações e as vacas que voam

Maio, 26 2008

 

Eu gostaria de saber que estranhas, ocultas e poderosas forças do além movem uma pessoa a ligar o celular quando a aeronave mal tocou o solo. Talvez sejam as mesmas forças que fazem as vacas voarem nos pesadelos lissérgicos.

Chegando agora de Vitória, no vôo 1657, eu presenciei o idiota que estava ao meu lado pedindo, insistentemente, à sua esposa (eu acho que era esposa, porque ela colocava a mão “procurando” as dele, mas o mastodonte ficava impassível, com os braços cruzados. Se ela fosse namorada ou amante, ele não apostaria nesta indiferença) que lhe passasse seu celular. Quando “aportamos” no finger, o babaca cidadão me liga a porra porcaria do celular que, por sua vez, começa a apitar (aqueles avisos de recebimento de mensagens), e ele (o babaca cidadão) começa a narrar: “9973 32xx, Fulano de Tal”.

Realmente, eu imagino que este “Fulano de Tal” deva ser alguém muito importante para que o babaca a azêmola quisesse ter sua imagem vinculada à dele. É como se dissesse: “Vejam só! EU recebo ligações do FU-LA-NO-DE-TAL”.

E novas mensagens continuavam chegando: avisos de mensagens recebidas off line, avisos de ligações perdidas, etc.

A certa altura, a moça, que já era merecedora não de minha admiração, mas de minha compaixão, também liga o seu celular que, a seu turno, também começa a apitar. Mas eu acho que a dona tinha algum problema auditivo (ou deveria trabalhar em uma oficina de funilaria) e colocava o volume da campainha no máximo.

O povo da fileira de trás, uma turma de jovens bastante animada, porém civilizada, começa: “Êpa. Olha o celular! Olha o celular!”

E ficava eu ali, pensando em como mandar aqueles dois desligarem aquelas maquininhas infernais. Mas sem muitos argumentos, porque eu também não tenho certeza se o que eles estavam fazendo era totalmente errado.

Em minha cabeça, o regulamento é muito claro, mas porque para algumas pessoas a coisa parece nebulosa?

Eu explico o porquê. É porque o regulamento também tem os seus problemas, quando diz (no momento do embarque) que “os celulares poderão ser usados enquanto  a aeronave estiver no solo, com as portas abertas e os motores desligados”. Assim, ao chegar no destino e depois de mais de uma hora sem falar ao telefone, as pessoas e as não-pessoas também, se sustentam no fato de que o avião está “com as portas abertas e motores desligados”, para poderem saciar sua obsessão por falar ao telefone.

Outra incoerência do regulamento é que, durante o embarque, mesmo permitindo que se utilize o celular dentro da aeronave “com as portas abertas e os motores desligados”, é recomendado que, ao sair da sala de embarque em direção à aeronave, o passageiro desligue o seu celular.

Então, vejamos:

  1. Quando estou na sala de embarque, posso usar o celular;
  2. Quando saio da sala de embarque, tenho que desligar o celular;
  3. Quando estou dentro da aeronave “com as portas abertas e os motores desligados”, eu posso usar o celular;
  4. Durante o vôo eu NÃO POSSO usar o celular;
  5. Após a aterrissagem eu continuo não podendo usar o celular;
  6. Ao aportar no finger, com “as portas abertas e motores desligados”, eu posso usar o celular;
  7. Ao sair da aeronave em direção à área de desembarque, eu não posso usar o celular;

É MUITA confusão pra cabecinha do cidadão, não é? Como é que o cabra vai dar conta de tanta informação de uma só vez, e em um só vôo? Deveria haver um folder com essa combinação de regras, que fosse distribuído ao indivíduo no momento do check-in e fosse feita prova oral (não.. não é o que você está pensando) no momento do acesso à sala de embarque.

Enquanto as coisas não ficam claras, os “espertos” se utilizam do benefício da dúvida e usam a porra porcaria do celular seja lá com portas abertas e motores desligados, portas fechadas e motores desligados, portas abertas e motores ligados, portas fechadas e motores ligados.

E tudo isso por um único motivo: as estranhas, ocultas e poderosas forças do além que fazeem as vacas voarem.

Vida longa!


A gasolina nossa de cada dia

Maio, 26 2008

 

Depois de alguns dias viajando a trabalho, regresso ao aconhego de meu lar. E, a cada retorno, descubro muitas coisas interessantes a respeito de minha família e o quanto eu dependo de cada um deles. Certamente eles acreditam dependerem de mim, de alguma forma, em função do suporte material que eu, no cumprimento do sagrado dever de pai e marido, lhes provenho. Mas quem é totalmente dependente sou eu, sem sombra de dúvidas.

Como uma grande parceira nesta empreitada, tenho minha esposa e companheira, que administra o caos durante minha ausência (e porque não dizer: durante minha “presência” também, já que eu não costumo ajudar muito no quesito “administração do caos”).

Entretanto, algumas vezes sou surpreendido com novidades que eu dispensaria se fosse consultado com antecendência (o que certamente não irá ocorrer jamais pois se nem consultado sou, querer sê-lo com antecendência é, no mínimo, uma presunção).

Desta última vez, minha esposa me disse que o “carro não está lá muito bom”. Em suas palavras:

“… Eu não sei o que está acontecendo… Será que pode ser a gasolina?”

Então, eu imaginei : Claro! É a gasolina.

- Amor, você não abasteceu naquele posto que já nos trouxe problemas, não é?

Pela carinha que ela fez, pude perceber que ali estava o problema do carro. Ou seja, não era outra coisa que não a maldita da gasolina colocada num posto tranqueira enrustido. É… tranqueira enrustido é aquele posto que um dia teve a distribuição Petrobras, por exemplo, mas mesmo depois de perder o credenciamento, manteve os banners para enganar os trouxas ingênuos desavisados.

Já abastecemos neste tal posto e o resultado, na época foi o mesmo: o carro “rateava” e parecia que o motor ia parar a qualquer momento. Perdia potência e, ao ser “exigido”, não respondia.

Para quem mora em Vitória, fica a recomendação de não abastecerem neste posto que fica na Av. José Rato*. Por outro lado, recomendo um que fica na Dante Michelini*, com o qual nunca tive problemas. Vale a pena sair de Jardim Camburi e ir abastecer quase em Jardim da Penha e ainda aproveitar para curtir a orla.

Vida longa!


As crianças, as pedras do caminho e o coração de pai

Maio, 26 2008

Minhas crianças já estão grandinhas. Estão lindos e já vão para o colégio sozinhos. Mas na segunda-feira, no horário em que elas já deveriam estar chegando em casa, recebo uma chamada (a cobrar) de minha filha:

- Pai…(pela pausa após o “pai…” eu já gelei)

- O que foi, filha?! O que foi?!

- Pai… o Lucas…

- O que tem o seu irmão, filha?! Diga logo?!

- O Lucas sumiu…

O chão também sumiu debaixo de meus pés. Nessa fração de segundos, meu mundo ruiu.

- Como assim, minha filha?! Como “sumiu”?! ONDE ESTÁ O SEU IRMÃO, CAMILLE?!

Nisso, a minha esposa me ouve aos berros ao telefone e já vem com cara de choro, e nos desesperamos.

- Pai… o Lucas foi na farmácia pesar e eu estava na loja ao lado…

- Mas como assim “na farmácia”?! E por que você não estava com seu irmão?! Pergunte a alguém aí na farmácia! PERGUNTE!

E ela insiste:

- Pai, eu já perguntei. Um “moço” viu o Lucas. Pai.. o Lucas não está mais aqui.

Foi a maior das sensações de desespero que já senti em minha vida. Eu já me imaginava largando o emprego, largando TUDO e tornando a busca por meu filho a única razão de viver.

A sensação é de que algo congela você por dentro.

De repente, ela me diz:

- Pai… O Lucas está do outro lado da rua.

(UFA!)

Então, eu tinha o meu filho de volta! Mas demorei algumas horas para que toda a adrenalina de meu corpo voltasse aos níveis normais. Enquando isso, ficava dividido entre a alegria de ter meus filhos e o emputecimento a raiva pelo susto que eles me deram, independentemente de seus motivos.

O ocorrido foi que o Lucas disse à Camille que ele havia esquecido sua pasta no colégio e que voltaria para buscá-la. Entretanto, a Camille, entusiasmada com alguma coisa que ela havia visto na vitrine da loja ao lado da farmácia, não ouviu a mensagem do irmão. Ou seja: ela achava que ele estava na farmácia e ele achava que ela sabia que ele havia retornado para a escola para buscar sua pasta.

A sensação de perda, de impotência, de fim-de-mundo, é indescritível, e é melhor mesmo ser esquecida.

São as tais dores do crescimento: não podemos cortar as asas de nossos “pajaritos” porque eles têm que crescer e aprender a voar, mas o nosso coração de pai ficará sempre nas mãos, enquando eles voam, serelepes, em direção ao domínio de seu quinhão de céu.

Vida longa!

 


Testando as possibilidades das redes sociais

Abril, 21 2008

 

Já faz algum tempo que eu estou pensando em acrescentar aqueles botõezinhos do del.icio.us, digg, furl e demais cositas do gênero em minhas postagens. Como sou um simpes trabalhador, não fiz upgrade no WordPress.com e nem tenho tido tempo para considerar uma migração para o WordPress.org (como fez o colega: http://www.jangeisler.co.nr/), encontrei uma forma relativamente simples de fazer o que vinha pretendendo.

Apesar de ainda não ter conseguido com que os ícones sejam postos no post (eita trocadilho!) automaticamente, não me toma muito tempo preparar a barra de ícones de forma a permitir aos visitantes a indicação do post diretamente em seu serviço de “social bookmark” preferido.

Este post inaugura esta nova era.

O engraçado é que há muitos serviços dos quais eu nunca tinha ouvido falar (pero que los hay, los hay), e que agora estão aqui na base do post, ainda que seja um postizinho bem shameless.

Vamos ver como fica na página.

Caso você se interesse pelo tema blog, blogagem, blogging ou mesmo “brog”, talvez valha a pena dar uma olhada nos posts originais de onde eu tirei esta dica:

WordPress.com: How to add social bookmark buttons

social bookmarks on wordpress.com

Sintam-se à vontade para bookmarcar, nem que seja apenas para testar, como eu fiz.

Vida longa!

 

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